O jeito como conduzo o meu subverso,
e como eu transmito isso através dos meus versos
Não entendo muito bem essa tal coincidência,
a forma com implicam que ela comanda o destino,
inquieta a minha mente a ideia de não ter o controle da minha vida.
na verdade, talvez isso tudo seja estupido, mesmo com atitudes estranhas
por muito ultrapassando a irreverencia, beirando a insanidade eu sempre tento manter tudo sob
meu controle
Não adianta, eu nunca terei nada sobre controle
Nunca terei meu estranhos amores sob posse.
mas ele sempre me manterá em uma prisão...
Nem minha solidão em meio a uma multidão é controlável
NÃO ADIANTA!
por isso eu vou me afogando cada vez mais, em um mar de lábios de vidro
cada vez mais frios que os beijos de uma puta
nunca irei entender como a vida funciona, porque as coisas vem e vão
nunca irei entende-la
posso ate gastar um maço inteiro de cigarros, e o resto das minhas noites
mas nunca vou compreender meus estranhos amores...
Talvez isso seja so a balbucia de um bêbado
Ainda sim rezo, rezo para que quando parta,
não arranque o amor de meu peito e o leve consigo como um prisioneiro...
P.s.:o desenho não é meu, desconheço o autor dele.

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